União Europeia reage aos acontecimentos no Cafunfo e pede reunião com o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos

Apesar de informações contraditórias, em concreto sobre os números de vítimas mortais apresentadas pelo Governo e os que foram testemunhados no local pela oposição e elementos da sociedade civil, a delegação da União Europeia em Angola pediu uma reunião com o ministro Francisco Queiroz para "abordar directamente a questão". relatorio da UNITA indica 23 mortos, PNA fala em 6 e Movimento protectorado em mais de 16 pessoas que perderam as vidas

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Lusa

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A delegação da União Europeia em Angola escreveu ao ministro da Justiça e dos Direitos Humanos angolano a deplorar os incidentes de Cafunfo e a solicitar-lhe uma reunião para “abordar a questão diretamente”, disse à Lusa um porta-voz comunitário.

 

“A delegação da União Europeia em Luanda, em nome da UE e dos Chefes de Missão, endereçou uma carta ao ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola a deplorar os acontecimentos, recordando a importância das normas internacionais em matéria de direitos humanos, e a solicitar uma reunião para abordar a questão diretamente com o ministro”, revelou à Lusa o porta-voz da delegação da UE em Angola.

O mesmo porta-voz assinalou ainda que “a UE mantém um diálogo regular sobre direitos humanos com as autoridades angolanas, e a violência policial encontra-se entre os tópicos discutidos”.

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