Trabalhadores da JEFRAN lamentam arrestos de bens

O Tribunal Provincial de Luanda voltou as instalações da JEFRAN, desta vez para arrestar a vila de JERICÓ e a de Hebron também conhecida, como a “Vila do Ministro”, com mais de 500 famílias no interior, demonstrando assim uma perseguição sem tréguas contra o empresariado nacional. a JEFRAN cujo o director é Francisco Silva, não entenderam ainda as reias motivações que levam aquela instituição da justiça a proceder de tal forma selectiva, pondo em causa o emprego a centenas de trabalhadores que através deste emprego sustentam mais de duas mil famílias.

Ana Félix

Ana Félix

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Trabalhadores confusos e preocupados com o emprego que sustentam suas famílias, entram em pânico, é INADEC, não , é o Tribunal, o chefe está reunido, Advogados preocupados, é o cenário assistido pela equipa de Jornalistas do Repórter Angola, esta segunda-feira 12 de Outubro, nas instalações da JEFRAN sita no condomínio denominado “Vila de Jericó” e a Vila de Hebron, também conhecida como a “Vila do Ministro”.

nas redes sociais, as reações não tardaram, como se pode verificar no perfil de uma das funcionaria na empresa há mais de seis anos, no caso a Ana Félix, que escreve o seguinte.

UMA JUÍZA SEM JUÍZO, Que engravida pelos Ouvidos

“Dia 7 um grupo de polícias acompanhados de 2 oficias de justiça e a procuradora criminal do município de belas, no cumprimento de um arresto judicial cível vem com tamanha arrogância, petulância, quando eu trabalhadora da mesma instituição a mas de 10 anos fui humilhada por querer saber  ?quem pagaria o meu salário, quem vai me sustentar e aos meus 5 filhos?
Mais de 270 funcionário para rua devido a proeza da juíza  ALICE RODRIGUES da primeira secção do cível “.
“que justiça injusta… que trabalha com plateia onde os clientes que dizem insatisfeitos e que conduzem a justiça como se não existirem leis ou se os executores da mesma só trabalham com confusão e desordem. adianta de tanta confusão?
eu pergunto qual empresa no país que não tem reclamação? porque esta foi mediatizada?

1- Para resolver um problema temos que criar um maior?

2- Se todas empresas arrestadas continuam a trabalhar exemplo: tv Zimbo, Unitel , e outras mais?

3- Porquê o arresto de empresas que nem estão mencionadas na sentença?

4- Porquê o procurador da ação que é também advogado dos clientes, promove arruaça mostrando claramente que tem interesses no processo? Procurador Iloterio, uma vergonha!

5- A juíza Alice Rodrigues manda encerrar uma clínica e retirar os doentes?
a procuradora sem escrúpulos afirma: “ordem da juíza”!

7- Arresto com ameaça e muita plateia, porquê?

8- Onde vamos comer?
Um país que a vida já está com muitas dificuldades que não se cingem na Jefran, a justiça cria mais desemprego em massa, supostamente para corrigir um erro?

9- que o arresto resolveu afinal?
Um arresto preventivo só é resolvido após a decisão.
Quanto tempo os clientes maldosos embriagados de ódio verão a sua reclamação resolvida? não ganham nada, até lá os equipamentos estragaram, outros cliente ficam sem atendimento, mais de 250 funcionários demitidos?

Não é mais fácil manter as empresas abertas? a trabalhar, que as destruir, se ela tem contar para pagar

Há que se ter em linha de conta esses pressupostos e muitos mais!…

Só resta parabenizar a juíza da causa Dra. Alice e o procurador Iloterio, por essa obra genial.

Fiel DEPOSITÁRIO, INSDEC? de uma clínica, uma SEGURADORA? 🙆🏻‍♀️🙆🏻‍♀️ que nem é do tal Francisco, e tem apólices vigentes de saúde como resolver os sinistros que possam ocorrer a qualquer momento? alguns dos mais de 6 mil assegurados? muito estranho, é como fechar um banco sem tomar devidas precauções?
?Será que a juíza não tem juízo?

lamento a minha situação, e de meus colegas, e até mesmo a de centenas de clientes que foram e estão sendo prejudicados, pela arte da juíza.

A minha pergunta vai para esta grande artesã juíza ALICE RODRIGUES a quem devemos cobrar o direito aos nossos salários? O direito ao Emprego? E que com muito sacrifício, já conseguimos este, que não é grande coisa mas é o que temos que vimos defraudado, pela postura imediatista de um caso julgado, sem julgado.

Ajudem-me por favor a entender o juízo da juíza.

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