TAAG reconhece constrangimentos na venda de bilhetes Luanda-Cabinda

Numa nota de esclarecimentos que o Repórter Angola teve hoje acesso, TAAG – Linhas Aéreas de Angola informa aos passageiros que tem enfrentado constrangimentos na comercialização de passagens para voos Luanda-Cabinda e Cabinda-Luanda e está empenhada para que a operação estabilize nos próximos dias e assim diminuir os constrangimentos causados aos clientes. Justificando a escassez com a Covid-19.

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Repórter Angola

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Na nota, a TAAG, diz que “A escassez na disponibilidade de voos de Luanda-Cabinda-Luanda é alheia à vontade da companhia que, mesmo apresentando todas as condições de operacionalidade, está limitada, devido as restrições impostas pela pandemia da COVID-19”.

Continua o documento “A empresa reconhece que os voos entre as duas cidades são os mais procurados na grelha de voos domésticos devido à descontinuidade geográfica da província” e a “TAAG é a única companhia que tem estado a suprir esta procura, mesmo com as limitações operacionais condicionadas pelas medidas de biossegurança.  É do conhecimento geral que a autoridade sanitária do país impõe para todos os destinos, quer sejam nacionais, quer sejam estrangeiros que os passageiros têm a obrigatoriamente de apresentar, na fase de pré-embarque, o teste negativo da COVID-19 feito 72 horas antes, originando assim alguns ajustamentos operacionais à companhia, aos aeroportos e aspectos logísticos à autoridade sanitária”, justificou.

Para terminar “A TAAG informa ainda que é da responsabilidade do passageiro o cumprimento de todas as políticas governamentais e requisitos de viagem, que é a apresentação de teste da Covid-19”, logo “O incumprimento das mesmas impede o embarque do passageiro para o seu destino”.

No entanto, a TAAG reconhece a existência de uma pressão elevada no que diz respeito à gestão dos voos para esta escala, decorrente das assimetrias entre a procura e a oferta.  A TAAG conta um efectivo de tripulantes e frota suficientes para atender as suas operações de e para Cabinda– em média eram 21 voos semanais antes da pandemia, reduzidos para 11.

Neste sentido, e com o objectivo de melhorar o serviço aéreo entre as duas cidades, o Executivo Angolano aprovou um connjunto de medidas, desde já o Decreto Executivo Conjunto 3/18 de 22 de Janeiro, sobre a tarifa para a rota de Cabinda que é aplicada à transversalidade dos passageiros em classe económica.

Consequentemente, o regime para aplicação do preço é regulado pelo Sistema Nacional de Preços – Regime de Preço Fixado nos termos do Decreto Presidencial nº 206/11 de 29 de Julho, não podendo a TAAG alterar a tarifa de acordo com a estrutura de custos e condições do mercado. Por outro lado, apesar da sensibilidade do Executivo Angolano em responder à procura nas viagens entre Cabinda e Luanda com a realização de uma média de 11 voos semanais de janeiro a julho deste ano, e dentro dos condicionalismos do mercado aéreo comercial, existem orientações do Executivo através da Comissão Multisectorial para o aumento gradual das frequências domésticas priorizando a província de Cabinda. A TAAG – Linhas Aéreas de Angola, reafirma o seu total engajamento para que os passageiros desta rota viagem sem os condicionalismos próprios do actual contexto e perspectiva, num curto espaço de tempo, regressar à normalidade operacional provocada pela externalidade negativa da Pandemia da COVID-19.

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