SIC tira da via 300 Kg de peixe impróprio para o consumo humano em supermercados

O Serviço de Investigação Criminal, através da sua Direcção Central de Combate aos Crimes Económicos e Contra à Saúde Pública, apreendeu, no mês de Agosto, mais de 300 kilogramas de peixe congelado, do tipo pescada, numa rede de supermercados em Luanda, foi hoje queimado e deitado no aterro sanitário dos Mulenvos em Cacuaco.

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Repórter Angola

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O Serviço de Investigação Criminal, através da sua Direcção Central de Combate aos Crimes Económicos e Contra à Saúde Pública, apreendeu, no mês de Agosto, mais de 300 kilogramas de peixe congelado, do tipo pescada, numa rede de supermercados em Luanda.

Esta acção, segundo o SIC, resulta de um trabalho aturado de investigação criminal, levado a cabo no mês de Agosto do ano em curso, na rede de supermercados Alimenta Angola.

 

Depois da apreensão do pescado, 300 Kg, o SIC mandou as amostras ao laboratório do Instituto Nacional de Pescas, que determinou que o mesmo contém substâncias com valores fora dos limites legalmente legislado.

 

Daí a sua forma característica de plástico. Na quarta-feira, 17, as 26 caixas e mais 6 sacos foram levados e enterrados no aterro Sanitário dos Mulenvos e, diante dos inspectores do Ministério da Saúde e da ANIESA, com um forte aparato policial estacionados naquela unidade sanitária, o produto foi destruído.

Importa referir que está acção é resultado de um trabalho aturado de investigação criminal, que teve como base uma denúncia posta a circular na rede social whatsaap, que dava conta da existência de peixe congelado do tipo pescada com características de serem de ” plástico ” conforme a peça.

Diante destes factos o SIC abriu um processo investigativo, para constatar a veracidade da denúncia, tendo feito deslocar em diligências operacionais, que apreenderam por suspeita em dois destes supermercados o peixe congelado que estava a ser comercializado.

Porém, colhidas às amostras e remetido ao laboratório do Instituto Nacional de Investigação Pesqueira e marinha, o resultado ditou como Impróprio para o consumo humano, por apresentar substâncias com valores fora dos limites legalmente legislado.

Sendo que por consequência disto o Ministério Público ordenou à inutilização do referido produto, efectuado método de esmagamento e aterro sanitário, enquanto, diligências prosseguem em torno do processo em curso.