Rádio Despertar ligada a UNITA sob má gestão: Jornalistas ganham 40 mil Kz

A Rádio Despertar tida como um instrumento impulsionador da Democracia angolana, sacrificando os seus profissionais a risco de vida e de nunca serem aceites a estações de imprensa publica, afinal é a mais desorganizada do país e que não dignifica o seu quadro pessoal, por ambição politica da Direcção. Os Jornalistas menos pagos na comunicação social em Angola, são os da Despertar com vencimento de 40 mil Kz recebido de três em três meses. Em termos de condições laborais, as até água pra quem está no estúdio falta, não se respeita um plano de férias, não há avaliação de desempenho do pessoal, são violados os critérios de promoção do pessoal, responsabilidade social da rádio, programas sociais direcionados aos funcionários.

Nelson Andrande

Opinião Nelson Andrade Sindicalista

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Uma verdade oculta sobre esta Radio há quem pense que aqueles profissionais da Despertar que arriscam as suas vidas em prol da liberdade de imprensa, de expressão e patrioticamente pela Democracia, estejem a viver bem ou têm carros de luxo, casas, e boa vida, se engana esta pessoa.

92% dos Jornalistas da Radio Despertar andam a pé por falta de táxi de Luanda Sul até a vila de viana, refiro me Gonçalves Vieira e Joaquim Ribeiro,  outros esperam boleias do Panguila, Cacuaco até a vila de Viana,  refiro-me de Jorge Mendes Manuel, José Magalhães, Horibio Fernando Hedjengo, Daniel Fernandes e Brigido Paulo Hama, que percorrem esta localidade mais ao nordeste de Luanda.

De tanto andar a pé, Marcelino Gimbi que residia no Camama Fubu, teve de arrendar mais próximo nas imediações da Estalagem para encurtar a distancia.

Os que vivem no Zango são os mais têm dificuldades em chegar ao trabalho, no caso de Walter Dos Santos, António Festos inclusive o seu proprio vice director da Raio com a viactura avariada anda de taxi.  Agostinho Kayola conhecido Kota que não paga motoquiro, lhe é facultado sempre uma boleia pelas motos, de tanto pedir favor enquanto se identificava ser Tecnico da Radio do Povo, a Comercial Despertar.

Sobre a Rádio Despertar  eu que vos diga: perguntem ao Manuel Luamba da DW Africa, porque foi que ele saiu e o que foi que aconteceu na reunião entre o pessoal da Radio e a Direcção da mesma dirigida pelo Eng° Adalberto Costa Júnior, o que foi que este fez diante de todos.

“numa reunião em Luanda com a direcção da Radio depois de 4 meses sem salario, o enviado Adalberto que liderava as conversações para dar soluções aos trabalhadores, o telefone toca e atende abre a boca e diz: Eu Estou em Portugal, no regresso te ligo!” foi algo se chateou todo mundo, a considerarem o Eng. Adalberto Costa Júnior um grande mentiroso, então se a nossa frente então só veio para nos mentir mais… exclamaram!

Sem qualquer receios, desde a gestão de Adalberto da Costa Júnior, os jornalistas da Radio que fizeram parte das duas primeiras comissões sindicais muitos deles foram retirados começando com aquela em que o Coque Mucuta (da JURA na altura) era o primeiro secretário, lhe criaram condições pra se retirar, e outros, esta penúltima comissão onde dentre vários nomes de jornalistas que faziam parte da referida comissão estão demitidos cujo processo se encontra na sala do trabalho do tribunal provincial de Luanda cito na Urbanização Nova Vida, falo-vos do Mota, Serrote Simão e outros.
Como sindicalista sempre condenei a péssima relação daquela Direcção com órgãos representativos da classe profissional daquela rádio.
O Gestor daquela Rádio sempre foi alérgico (incluindo o actual Director o Sr. Malaquias) à observância dos ditames da Legislação Laboral, este último então havia chegado ao ponto de sem a instauração de um processo disciplinar sem qualquer comunicação ou suspendido o Jornalista Cláudio(IN), o Magalhães, ao arrepio total da Lei, uma postura análoga a ditadura laboral, quem mostra que conhece os seus DIREITOS LABORAIS é marcado pela negativa e ostracizado a tal ponto que tarde ou cedo de pés próprios se ausentara( ou seja são criadas condições OBJECTIVAS que o legislador ordinário tipifica como despedimento indirecto).
Teixeira Cândido mais uma vez tal como já havia te alertado algumas vezes no passado, o SJA tem de continuar com o seu trabalho talvez de forma mais FIRME junto daquela direcçao, porque aquele pessoal passa por maus bocados, em termos de condições laborais, as vezes até água pra quem está no estúdio falta, agradeço maior atenção, veja se há um plano de férias, avaliação de desempenho do pessoal, critérios de promoção do pessoal, responsabilidade social da rádio, programas sociais direcionados aos funcionários, avaliem os vários processos disciplinares já efectivados.

Quando lhe digo plano de férias, não apenas existência deste na vitrine mas sim a sua implementação com atribuição previa ao gozo dos respectivos subsídios e gratificações.
Veja se existe ai um Qualificador Ocupacional, porque há por lá disparidade salarial inexplicável, entre quem está lá todos os dias e quem ao mês as vezes nem aparece e com a mesma categoria, este ausente tem um salário base que pagaria três ou quatro colegas da mesma categoria que todos dias estão na rádio desenrascando daqui e daí e as vezes graças boas acções de terceiros pra o valor do taxe, saindo da rádio as vezes altas hora e o trajecto serem assaltados perderem meios próprios que por vezes a Direcção nem repõe.
Ei Pah é cansativo, aquela é nossa casa mas tem mesmo de se falar ao menos pra se ter vergonha na cara, se parar de ser demagogo, e ir-se melhorando as condições laborais mínimas como o Direito ao pagamento pontual dos salários cujo incumprimento é o primeiro motivo que na legislação laboral Angolana dá DIREITO ao funcionário exigir uma rescisão de contrato com JUSTA CAUSA RELATIVA AO EMPREGADOR, com DIREITO a um compensação e indemnização, nos termos do art. 239.° da Lei n.° 7/15 de 15 de Junho LGT.

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