Procurador Militar da região Sul encontrado morto a facada na costa marítima do Sumbe

O procurador Militar jubilado, na província do Cuanza Sul, António Ferro de Farias, foi enontrado morto a facada na marginal do Sumbo, defronte a uma unidade hoteleira, situada na zona costeira da cidade do Sumbe, SIC abriu inquérito para apurar a veracidade, mas não descarta hipótese de uma morte encomendada ou tentativa de assalto.

SIC

Repórter Angola/ NMC/CK

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O procurador militar da região Sul, foi esta quarta-feira 11, encontrado morto a facada, quando fazia os seus exercícios matinal de rotina.

Uma nota da Serviço de Investigacão Criminal, esclarece  que “por volta das por volta das 05H30 de hoje, quinta-feira, foi informada da existência de um cadáver, na zona da praia da marginal do Sumbe, concretamente defronte ao Hotel Sol Nacional”, de imediato o SIC refere que removeu os restos mortais e abriu um inquérito para averiguar as reais causas da morte.

 

Das investigações do SIC no Cuanza Sul, avança a nota, “apurou-se tratar-se de um cidadão nacional, identificado por António Ferro de Farias, casado de 66 anos de idade, Procurador Militar jubilado, natural do Amboim-Gabela, antes residente na rua Souba Nhaty, zona-2”.

Os peritos do SIC determinaram, de forma preliminar, “tratar-se de um crime de homicídio, praticado por um instrumento corto-perfurante (faca), pois que o o cadáver foi encontrado na posição de cubito dorsal, apresentando ferimentos na região hipocondrío esquerda, presumivelmente produzida por uma faca” realça a nota.

 

Segundo ainda o SIC, no momento do homicídio, o procurador encontrava-se a realizar exercícios físicos matinais, presumindo-se ter resistido à um assalto protagonizado por marginais acção praticada por indivíduos por determinar.

Mediante aos factos, concluí o comunicado, o cadáver foi removido e depositado na morgue do hospital Provincial 17 de Setembro, para efeitos de perícia médico-legal, pelo que endereça o SIC “à família enlutada, os mais profundos pêsames”, sublinhando que estão em curso diligências que visam determinar os autores do “crime bárbaro, para a sua competente responsabilização criminal”