Polícia Nacional garante responsabilização criminal de atividades proibidas na passagem de ano

O comandante geral da polícia angolana exortou hoje os cidadãos a “cumprirem rigorosamente” as medidas de prevenção à covid-19, garantindo “responsabilização administrativa e criminal” de quem perturbar a ordem ou realizar atividades proibidas na passagem de ano.

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Lusa

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Numa mensagem de fim de ano hoje divulgada, Paulo de Almeida recordou que Angola regista um “aumento exponencial” de casos de covid-19 e pediu os cidadãos para “redobrarem os cuidados” em obediência as medidas decretadas pelas autoridades sanitárias.

 

O decreto presidencial 315/21 de 24 de dezembro proíbe a realização de bailes festivos de passagem de ano, em quintais ou salões de festas, e ajuntamentos visando conter a propagação da covid-19.

Angola, que já regista a circulação da variante Ómicron, tem reportado um elevado número de novos casos nas últimas semanas.

Sgundo Paulo de Almeida, a polícia “não vai facilitar e nem ponderar” todos os casos ou situações que contrariem as disposições legais impostas pelo decreto presidencial, bem como aquelas que violarem a ordem e tranquilidade públicas.

Os envolvidos em atividades proibidas pelo decreto, frisou, “serão prontamente atuados e responsabilizados administrativamente e criminalmente”.

“Reiteramos a nosso compromisso institucional de garantir a segurança a todos os cidadãos e seus bens, apelando à colaboração do cidadão na adoção de um comportamento cívico sem excessos”, assinalou.

“Vamos fazer desta quadra festiva o prelúdio de uma atitude mais responsável no combate à covid-19”, rematou o comandante geral da polícia angolana.

Mais de 100 mil efetivos da polícia angolana foram mobilizados para o asseguramento da quadra festiva nas 18 províncias do país.