Médicos Angolanos contra Bastionária Elisa Gaspar por violar estatutos e sígilo profissional

 O Conselhoacional do Sindicato dos Médicos de Angola reuniu no dia 6 de Outubro , tendo concluído que: A representação da classe médica pela actual liderança da ORMED, personificada pela Bastonaria Elisa Pedro Gaspar, "vem sendo marcada por posicionamentos públicos que contrariam os principios fundamentais e fins  definidos na fundação dessa importante instituição para a classe médica" diz o Sindicato numa nota consultada pelo Repórter Angola

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Repórter Angola

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Com o objectivo de abordar questões relacionadas com o funcionamento da
Ordem dos Médicos de Angola, uma vez que a mesma tem forte relação com
os nossos associados e os problemas administrativos, técnico-cientificos e
sociais desta organização têm repercussão no SINMEA,

O Conselhoacional
do Sindicato dos Médicos de Angola reuniu no dia 6 de Outubro do corrente
ano, tendo concluído que:
A representação da classe médica pela actual liderança da ORMED,
personificada pela Bastonaria Elisa Pedro Gaspar, vem sendo marcada por
posicionamentos públicos que contrariam os principios fundamentais e fins  definidos na fundação dessa importante instituição para a classe médica.
Observamos a perda do vínculo de confiança entre a Sra. Bastonária e a
classe médica atravez de intervenções públicas realizadas pela Dra. Elisa
Pedro Gaspar, nomeadamente:
A) O esforço da desmobilização da classe aquando da manifestação em
que os médicos marcharam para protestar contra a estranha morte até
ao momento não esclarecida do Dr. Sílvio Dala, ocorrida numa esquadra
da Policia em Luanda;
B) O papel assumido pela Bastonária na ORMED em ter como prioridade
outras intituições e não a classe médica que segundo suas próprias
palavras, havia sido pressionada! seguramente não foi a classe médica que a elegeu. De onde partiram as pressões? Essa mesma classe que
espera da sua Bastonária atenção e prioridade na sua agenda;
C) De igual modo ter ido a “Grande Entrevista” da TV Zimbo, para afirmar
que os seus médicos, têm vindo a contrair COVID-19 em festas, quando
os dados apontam o ambiente hospitalar como espaço de alto risco de
contaminação;
D) Afirmar no mesmo programa televisivo que tem como patrão o Ministério da Saúde, significou para a classe médica, subserviência,
subalternização institucional e acima de tudo, passar por cima do artigo
1º dos estatutos da ORMED, no seu ponto 1, que define a ORMED
como “uma instituição de direito público, que goza de personalidade
jurídica, de autonomia administrativa, financeira e patrimonial”;
E) Com os elementos acima assinalados, o SINMEA considera haver
quebra de confiança, má prestação como representante da classe
médica pela actual Bastonária. Consequentemente, assume
publicamente, subscreve o manifesto para a realização da assembleia
convocada pelo Conselho Regional Norte que será realizada no dia 17
de outubro do corrente ano, bem como exorta a todos os filiados e não
filiados a fazerem o mesmo, aceitando as decisões que daí resultarem

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