Mais um Jornalista da TV Hora H notificado pelo SIC

Depois da condenação do Director do portal A Denúncia, Carlos Alberto, e ter a Comissão de Proteção dos Jornalistas CPJ considerado como "perseguição aos profissionais de imprensa privada", desta vez o SIC voltou a notificar o Jornalista da TV Hora H.

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Repórter Angola

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Os Serviços de Investigação Criminal (SIC) notificou nesta quinta-feira 22, o Jornalista do Jornal Hora H, Pedro Vicente para comparecer no dia 24 de Sembro do corrente ano, as 10h00, afim de ser ouvido em auto de interrogatório nas instalações a cima citada.

Segundo a notificação, o Jornalista Deverá contactar o senhor Luís Tandala, que por sinal efectivo do SIC.
Nos últimos anos a Direcção do HORA H, tem sido alvo de perseguição por parte de vários dirigentes angolanos alérgicos com a verdade e que fogem responder às cartas que enviamos para ouvi-los.

Entretanto, O Secretário Geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos , Teixeira Cândido, afirmou, nesta quarta-feira, 22.09, aos microfones da Rádio LAC, que o sector da comunicação social angolana vive uma realidade não conhecida em países democráticos.

Durante a sua intervenção no programa Táxi Amarelo, que abordava sobre o papel da comunicação social na cobertura de eventos de natureza política, Teixeira justificou que a comunicação social angolana não é conhecida em países democráticos, porque aqui o presidente da república é o responsável por nomear os gestores dos órgãos de comunicação social público.

Teixeira Cândido afirmou que não é aceitável e nem normal que o poder executivo nomeie os gestores dos órgãos de comunicação social, pois o presidente é sujeito às acções dos jornalistas.

Segundo o secretário geral do Sindicato dos Jornalistas, em países democráticos, a entidade reguladora da comunicação social é o órgão responsável por nomear os gestores dos órgãos de comunicação social.

Como exemplo, Teixeira apresentou o caso de Portugal, onde o Conselho Geral Independente, órgão constituído por várias entidades, é o responsável por nomear os gestores dos órgãos de comunicação público, promovendo concurso público curricular com o objectivo de encontrar o melhor gestor para gerir a empresa.

 

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