Greve da TCUL complica deslocação de passageiros em Luanda

Os trabalhadores da empresa de Transporte Colectivo Urbano de Luanda, TCUL entraram hoje 27, no seu segundo dia da greve, que deixa milhares de pessoas instaladas nas paragens de táxis.

Jonas Pensador

Repórter Angola

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Os dois primeiros dias  da greve dos trabalhadores da empresa de Transportes Colectivos Urbanos de Luanda (TCUL) foi marcado por inúmeras dificuldades no que toca a movimentação de pessoas e bens, o que resultou em filas longas nas paragem de táxis em vários pontos da capital.

Uma ronda efectuado  pelo Repórter Angola constatou que  paragens de táxis de Luanda,longas filas a espera de um táxi para a locomoção das pessoas.

De Viana para o centro da cidade, por exemplo, em toda extensão da Avenida Deolinda Rodrigues regista-se aglomerados.

O mesmo aconteceu na 21 de Janeiro, onde às pessoas procuravam pelos transportes públicos.

Quem não perdeu a oportunidade para aproveitar-se dos aflitos, foram os azuis e brancos que encurtavam as rotas, o que levou muita gente a percorrer longas distâncias.

Rui Pedro, estudante disse “a grave caiu mal”, principalmente para os estudantes. “Enquanto durar essa greve, para nós que vivemos em Viana, teremos dia difíceis, os transportes público ajudam muito porque, primeiro cobram menos e depois fazem longas viagens”.

Malamba Pinheiro, avança que o dia foi registado por inúmeras dificuldades por conta da paralisação dos serviços da TCUL e aproveitou a ocasião para apelar as instituições afins de modo a resolver o problema.

“Se com vários autocarros na via, registam-se enchentes nas paragens dos autocarros, imagina apenas um em cada rota?”.

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