Falta de Ferro no Hospital do Uige condiciona cirugia do Activista Baleado

Activista Jorge Kisseque baleado a queima-roupa com 7 tiros, no passado dia 28 de Agosto, por desconhecidos, disse que até agora o hospital condiciona a cirurgia na perna esquerda por falta de ferro.

Reporter Angola

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Jorge Kisseque, activista de intervenção social, foi baleado a queima-roupa com sete tiros nos membros inferior, sexta-feira 28 de Agosto, por voltas das 11 horas, no troço Uíge/Negage, por dois indivíduos que subiram disfarçados na sua viatura, que se faziam passar de viajantes.

O RA sabe que Jorge Kisseque , depois dos disparos, foi socorrido para hospital provincial, onde deu entrada às 13 horas, tendo sido operado de imediato e ter levado sangue, graças a operação, fora removido as balas, no caso, a perna direita foi atingida com 3 tiros e a perna esquerda atingida com uma bala, continuam sem a continua sem a cirugia por falta de Ferro no Hospital.

segundo fontes d do quandoRA, o Activista dirigia-se para Negage, na sua rotina normal de táxista, por via do seu carro pessoal, subiram dois indivíduos e durante a viagem um pediu que queria urinar, desconfiado da situação, não parou o carro por estar numa zona sem movimentação de pessoas.

 ” acelerou o carro até nas proximidades de uma aldeia onde parou e, os mesmo fizeram disparos para dispersar as pessoas, em seguida, acertaram-lhe com os quatro tiros nos membros inferiores, tendo, lhe terem dito pelos autores desta acção que recebemos ordens superiores para não te matarmos, apenas viemos dar um aviso”.

Neste momento, o estado de saúde do Jorge Kisseque , está fora do perigo, segundo informações obtidas por este portal da equipa médica em serviço, sobe anonimato.

Sabado  29 de Agosto, o advogado João Manuel de Almeida, “o mesmo activista sairia as ruas por via de uma manifestação, na causa da luta social e defensor dos direitos humanos. e sexta feira, infelizmente, atingiram-no com quatro tiros certeiros nos membros inferiores no troço Negage-Uíge, tudo ocorreu por volta das 11 horas quando os autores deste acto macabro entraram na sua viatura disfarçados de passageiros”.

Sublinha o advogado que, as denúncias públicas feitas por Jorge Kisseque, abriram caminhos a PGR em actuar e apreendeu vários bens pertencentes ao estado que encontravam-se nas mãos de dirigentes e outros particulares que prestavam serviços ao governo local.

“Pessoas desconhecidas tomaram conta da sua página no facebook nos últimos dias fazendo-se passar por ele. A conta do faceboock encontra-se em seu nome, mas não tem sido ele a fazer as publicações a favor do partido no poder. São outras pessoas desconhecidas que agora gerem a página do jovem”, denunciou o advogado.

Jorge Kisseque, responde no tribunal da comarca do Uíge de um processo-crime de calúnia e difamação, queixa feita pelo lesado, vice-governador do Uíge para sector técnico e infra-estruturas, Afonso Luviluku, que aguarda a sentença final no dia 22 de Setembro do ano em curso.

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