Empresário Bartolomeu Dias a pulga na orelha e na bunda de João Lourenço

A falência e desvios de fundos, são como a carroça que segue o boi, ou a roda. A classe empresarial fraudolente do MPLA, fala-se até da existência de uma lei de investimento privado, dirigida especialmente aos camaradas, mas, com alto estatuto especial e confiança, a estes, consta os do processo de acomulação primitiva de capitais, que beneficiou quase todos do MPLA e, mais alguns seus próximos.

Gabriel José

Repórter Angola

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A presença dos dirigentes do MPLA, a frente da gestão das empresas públicas e privadas aparentemente com pés para andar é, inconfundível e, os resultados não são indessociáveis a estes.

A falência e desvios de fundos, são como a carroça que segue o boi, ou a roda. A classe empresarial fraudolente do MPLA, fala-se até da existência de uma lei de investimento privado, dirigida especialmente aos camaradas, mas, com alto estatuto especial e confiança, a estes, consta os do processo de acomulação primitiva de capitais, que beneficiou quase todos do MPLA e, mais alguns seus próximos.

Este grupo, faliu e continua a falir o Banco de Poupança e Crédito (BPC), sonegou fundos como de pensões, o caso do INEIA, INSS, Fundo Soberano.
Como esquema para o saque, foram criando Organizações e empresas prestadoras de serviços onde eles eram os PCA, DG, Ministros, Governadores que, estas ficavam sempre com os contratos avaliados em milhões, a título de exemplo, está Manuel Vicente, na SONANGOL, o antigo Director do INEA, Armando Manuel, antigo Ministro das Finanças, João Lourenço, a quando da pasta de Ministro da Defesa Nacional, Edeltrudes Costa, André Soma, antigo Director provincial da Educação em Luanda, que criou várias eacolas com o chamado “escolas comparticipadas, Pinda Simão, antigo Ministro da Educação, dono do Instituto Superior Independente, (ISPI), na Huíla, António Burity da Silva, antigo Ministro da Educação, dono da Universidade e Rádio Independente de Angola, UNIA, Paixão Júnior, antigo PCA do BPC e tantos outros que hoje gozam dos milhões roubados.

Recentemente, veio à público a revelação do veto do empresário Bartolomeu Dias, pelo Presidente João Lourenço, numa obra que seria construida pela empresa de Bartolomeu Dias, mas que João Lourenço recebeu a mesma e passou para uma construtora que é dele.
Isto, faz-nos perceber que João Lourenço é vingativo e, que sabia do esquema de enrriquecimento, pelo que esperava apenas ser o chefão, aliás, o afastamento e extinção de algumaa direcções e exoneração de alguns, é uma forma de vingança, tanto é que entre ele e o antigo Presidente, não houve passagem de testemunho ou de pastas que, requer pelo menos meses e, ainda mais por eles serem do mesmo partido, levaria mais tempo, o que não aconteceu.

Bartolomeu Dias, que também é beneficiário do processo de acomulação primitiva de capital, falando recentemente em entrevista, disse não ter dívida no PBC, mas mostrou-se zangado com a jogada desleal de João Lourenço nos negócios.

 

O bando de assaltantes dos fundo públicos têm as digistais timbradas no sector comercial, em que foram criadas empresas comerciais públicas, Nosso Super, Poupa Lá, cadeias de lojas.

Como a carroça segue o boi, no país é difícil distinguir entre a propriedade do Estado e a propriedade privada. O sistema da acumulação primitiva do capital funciona na sombra do Estado, como forma de encobri-la e de viabilizar os desvios avultados do erário.

Bartolomeu Dias agora armando em vítima, é dono de várias empresas, possuindo altaa máquinas, casas e carros de luxo, faz parte dos marimbondos, que juntos roubaram e ficaram ricos, na hora de o cerco das receitas estarem a apertar, quer tentar ganhar fôlego a todo custo, mas encontra dificuldade tendo em conta o gigante João Lourenço que quer abocanhar todos o negócios.
O empresário, ao longo desse tempo criou e manteve os seus negócios em segredo, mas como a torneira está a secar, quer a todo o custo recuperar e manter as empresas.

A nova série de Bartolomeu Dias e João Lourenço na desputa mostra que JLO, quer abocanhar o mercado e, no futuro ser o novo Trump angolano.

Bartolomeu Dias é militante do MPLA e empresário dirigente do Grupo que ostenta o seu nome. Esse Grupo é composto por várias empresas, sendo as mais conhecidas a Diexim Expresso (aviação), a Angoinform (informática), a Divisão de Segurança, a International Travel (agência de viagem e de rent-a-car), a Diexim Rodoviária (camionagem), a Sul do Kwanza (Imobiliária) e a Cleaning (empresa de limpeza).

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