Em Angola, População solicitada a denunciar violadores de cercas sanitárias no Cunene

Na Provincia Angolana do Cunene, A directora provincial da Acção Social e Igualdade de Género no Cunene, Elizeth Mwamelungi, pediu à população para denunciar as pessoas que violam as cercas sanitárias, para evitar a disseminação de casos da pandemia da Covid-19 na comunidade.

com JA

Angop, JA e RA

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A Comissão Provincial Multissectorial para Prevenção e Combate à Pandemia no Cunene, indicou que, durante o mês de Agosto, 34 cidadãos nacionais violaram a cerca sanitária imposta pelas autoridades, sendo que 30 vieram da Namíbia e quatro de Luanda.

Em declarações à Imprensa, no final da campanha de sensibilização sobre as medidas de prevenção da Covid-19 nos mercados informais do Oshomukuyo e Alemanha, em Ondjiva, a directora provincial da Acção Social afirmou que “existem famílias que se calam” e não denunciam os parentes provenientes das zonas de risco.

De acordo com a responsável, esta atitude pode contribuir para a propagação da pandemia nas comunidades, sublinhando que estão a ser reforçadas as medidas de prevenção nos mercados e localidades. Elizeth Mwamelungi considera fundamental a colaboração de todos, denunciando os desobedientes, para que sejam enviados em centros de quarentena.

As medidas de prevenção e combate à pandemia da Covid-19 consistem no uso de máscaras faciais em locais públicos, lavagem frequente das mãos com água e sabão ou desinfectá-las com álcool em gel. A província do Cunene, com um registo de três casos positivos de Covid-19, dois dos quais já recuperados, conta com oito centros de quarentena institucional, onde estão 142 cidadãos provenientes da capital do país e da vizinha República da Namíbia.

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