Director dos “Novos Lares” da universidade Agostinho Neto apodera-se dos quartos de Estudantes

Residentes dos "Lares da Universidade Agostinho Neto" denunciam mau funcionamento e acusam o Director Carlos de ter invadido alguns quartos, aproveitando-se o momento de quarentena. "Nós estudantes residentes, estamos cansados, saturados com a má gestão da Administração. Clamamos por justiça, os estudantes devem ser tratados com respeito e dignidade" acusam.

Daniel Frederico

Repórter Angola

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“Está a ocorrer um escândalo nos novos lares da universidade Agostinho Neto, A administração dirigida pelo senhor Carlos, aproveitou para invadir os quartos dos estudantes durante o Período de estado de emergência e trocaram as fechaduras na ausência dos estudantes,” denunciou João Lengana que integra a lista dos Estudantes residente nos lares.

Manuel Miguel outro residente disse ao Repórter Angola que “O Sr. Carlos trouxe dois jovens estranho nos novos lares para despejar estudantes, invadiram o espaço de um dos nossos colegas, usaram a violência, o pior é que não tinha nenhum documento que lhes autoriza a fazer o despejo” recorda.

“Nós estudantes residentes, estamos cansados, saturados com a má gestão da Administração. Clamamos por justiça, os estudantes devem ser tratados com respeito e dignidade” diz o colectivo dos estudantes em exclusivo ao RA.

Desde 2018 que os estudantes residentes nos novos lares adjacente ao Jumbo, denunciam falta de condições, desde o consumo de Água imprópria , falta de energia eléctrica, refeitório institucional sem actividade, saneamento básico ineficiente e superlotação dos quartos. As queixas que os estudantes da residência universitária “Novos Lares” fizeram chegar à reitoria da Universidade Agostinho Neto, há dois anos mais sem sucesso.

O presidente da Comissão dos Estudantes da residência universitária da Universidade Agostinho Neto “Novos Lares”, Daniel Francisco Sonehã, disse em 2018, altura em que fez chegar a queixa a reitoria,  que os habitantes sofrem muito devido à “má prestação de serviços
que são da responsabilidade da administração do lar”.
Apesar de os residentes contribuírem anualmente com 36 mil Kz, Daniel não entende as razões de estarem privados de serviços que foram
anunciados na altura da inscrição para acesso à residência universitária, um dos três lares da Universidade Agostinho Neto (UAN).
“Pagamos 36 mil Kz todos os anos e não temos acesso a serviços básicos”, reclamou Daniel Sonenã, residente no lar há três anos.
Na residência falta um pouco de tudo, segundo os estudantes, este portal está a tentar o contacto com Dr. Carlo que administra a gestão mais sem sucesso.

Em actualização…

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