Director da cadeia na Lunda Norte é acusado de promover prostituição e festas

"Perante esta denúncia, a direção provincial do Ministério do interior espoletou um processo interno de inquérito, para averiguação, que corre os seus trâmites junto dos órgãos afins desta delegação, que vão trabalhar para, no prazo de 15 dias, apresentarem melhores resultados, visando esclarecer a opinião pública a veracidade dos factos", disse Rodrigues Zeca, porta voz do MININT na Lunda Norte

LS

Lusa

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print

 

A informação foi avançada pelo diretor do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa da delegação provincial do Ministério do Interior na Lunda Norte, inspetor-chefe Rodrigues Zeca.

“Perante esta denúncia, a direção provincial do Ministério do interior espoletou um processo interno de inquérito, para averiguação, que corre os seus trâmites junto dos órgãos afins desta delegação, que vão trabalhar para, no prazo de 15 dias, apresentarem melhores resultados, visando esclarecer a opinião pública a veracidade dos factos”, disse Rodrigues Zeca, em declarações à rádio pública angolana.

Rodrigues Zeca disse, citado pela agência noticiosa angolana, Angop, que denúncias feitas nas redes sociais dão conta que o diretor terá sido surpreendido por um agente prisional, na sua residência, localizada no mesmo espaço que o estabelecimento prisional, supostamente a consumir bebidas alcoólicas, em companhia de seis reclusos “detentores de regalias e privilégios” e mais sete mulheres, “com quem tem estado a almoçar todos os dias”.

“Neste momento, o mínimo que a delegação provincial do Ministério do Interior pode fazer à volta deste caso polémico é acompanhar. Os órgãos já foram acionados e no prazo de 15 dias traremos informações mais apuradas sobre este caso”, referiu Rodrigues Zeca.

PUB