Cuanza-Norte: Detido administrador municipal da Banga

No processo relativo ao administrador da Banga estão, igualmente, arrolados Francisco Diogo “Lombi”, ex-director do Gabinete de Estudos, Estatística e Planeamento da Administração Municipal do Lucala, Pedro Neto "Pepé”, chefe da Secção de Administração e Gestão do Orçamento do Hospital do mesmo município (encontram-se detidos) e Miguel Sebastião, ex-director do Hospital Municipal

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JA

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O administrador municipal da Banga, José Teixeira da Conceição, foi, quinta-feira, constituído arguido e conduzido à cadeia da Comarca de Ndalatando, no Cuanza-Norte, por indícios da prática de vários crimes, entre os quais peculato, no exercício de funções de 2014 a 2017.

Um comunicado da Procuradoria-Geral da República (PGR) esclarece que a prisão preventiva foi aplicada depois de José da Conceição ter sido submetido a um interrogatório. A PGR acrescenta que correm trâmites no Gabinete de Combate à Corrupção e dos Crimes Subjacentes ao Branqueamento de Capitais, junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC).

No processo relativo ao administrador da Banga estão, igualmente, arrolados Francisco Diogo “Lombi”, ex-director do Gabinete de Estudos, Estatística e Planeamento da Administração Municipal do Lucala, Pedro Neto “Pepé”, chefe da Secção de Administração e Gestão do Orçamento do Hospital do mesmo município (encontram-se detidos) e Miguel Sebastião, ex-director do Hospital Municipal.

Além do crime de peculato, os arguidos são, igualmente, acusados de falsificação de documentos, violação das normas de execução do plano do orçamento, participação económica em negócios e associação criminosa.

Na semana terminada ontem, o porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC) na província do Cuanza-Norte, Adão Morais, confirmou que o ex-administrador municipal do Bolongongo, Miguel Manuel, foi, recentemente, constituído arguido por suposta prática do crime de peculato e gestão danosa para o Estado no exercício das suas funções.

Miguel Manuel encontra-se em liberdade mas obrigado a apresentar-se, periodicamente, na PGR, em Ndalatando, pelo que está interdito de se ausentar da província, sem autorização prévia.

Adão Morais informou que o SIC tem conhecimento da existência, na PGR, de outros processos de peculato, associação criminosa, branqueamento de capitais e crimes comuns que envolvem funcionários públicos.

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