Coronavirus: O NEGOCIO MILIONÁRIO DOS TESTES, das Máscaras, e de doações internacionais

Desde início do ano 2020, que este portal denunciou que o COVID-19, tratava-se de uma doença de laboratório, uma pandemia lucrativa e com fins comerciais e económicos para beneficiar os dirigentes dos governos e redução da população mundial, principalmente em África. Desta vez, chamamos o estimado leitor para analisar consosco o que se passa em relação aos testes sobre a Covid-19.

Amélia Aguiar

Repórter Angola

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Par além de perdão da dívida e o adiamento de pagamento das dívidas anteriores por causa da pandemia da Covid-19, os estados têm se beneficiado de uma doação internacional de bens da sanidade.

Neste âmbito, convidamos o leitor a analisar que para além das máscaras, termômetros e equipamentos de biosseguranças doados a Angola, África e que foram parar nas farmácias privadas cujo os sócios são membros do Governo ou do partido no poder, nesta senda limitamos-nos a reflectir sobre os testes:

Segundo uma crônica e reflexão da analista Amélia Aguiar:

 

“Regressei de uma viagem à Europa e fiz teste pré-embarque de Covid para poder voar para Luanda. Resultado: Negativo” começa por descrever.

 

Á chegada a Luanda voltei a fazer um teste de desembarque. Resultado: Negativo.

 

No entanto daqui a 10 dias tenho de fazer mais 1 teste de covid para confirmar o negativo, que já foi testado duas vezes.

 

Agora vamos decifrar este grande negócio: 200 passageiros do voo da Emirates a fazerem testes a chegada dá 200 testes.

 

Repetir os testes 10 dias depois são mais 200 testes.

 

Total 400 testes.

 

Sendo 2 voos da Emirates por semana são 800 testes de chegada + 800 testes de confirmação após 10 dias. Total 1600 testes.

 

Num mês de voos da Emirates são 25600 testes só para quem viajou pela Emirates.

 

A um custo de 100 euros por teste da um custo total de 2.5 milhões de euros por mês de negócio de testes com a Emirates.

 

Agora vamos somar bem o negócio e incluir as outras companhias TAP, TAAG, Air France, Lufthansa, Ethiopian, Qatar:

 

Total do negócio de testes de Covid: 7 x 2.5 milhões de euros

= 17.5 milhões de euros

 

Ou seja 21.2 milhões de dólares *por mês.*

 

Há alguma dúvida agora que o covid é o negócio que interessa a muita gente do Governo que continue?

 

Está a enriquecer meia dúzia de pessoas com dinheiro público. Não precisam se citar os nomes, qualquer angolano já sabe quem são.

 

Ps. Se acham que o número é absurdo então pensem que ainda falta somar o custo das luvas (mudadas várias vezes por dia), as máscaras (mudadas várias vezes por dia), as batas, as toucas, os óculos de proteção, as impressoras, os tinteiros para as impressoras, o papel, as canetas, as mesas e cadeiras. *Ou seja facilmente um negócio de 40 milhões de dólares mês. *

 

Quem paga?

O cidadão, imposto para cima, imposto para baixo, imposto para a esquerda, imposto para a direita.

 

Quem presta contas? Ninguém.

 

Para complementar todo o filme, e no fundo confirmar o “bizunu” quando passas a imigração (depois de já teres feito teste a chegada no aeroporto 4 de Fevereiro) pedem-te o teste que fizeste na partida.

 

Ou seja o teste da origem é que conta. Os testes de Angola é só negócio de alguém do Palácio.

 

OBS: falta incluir a facturação com os testes dos voos domésticos, das viagens terrestres, daí a razão da manutenção da cerca sanitária para Luanda.

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