CNJ ENTREGA CASAS A JUVENTUDE EM NOVEMBRO

O Presidente do Conselho Nacional de Juventude anunciou esta quinta feira 29, que Mais de mil jovens, vão até finais de Novembro próximo, beneficiar de habitações na urbanização "Vida Pacifica", ao Zango-0, município de Viana, Luanda.

Agostinho Kayola

Repórter Angola

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Mais de mil jovens, vão até finais de Novembro próximo, beneficiar de habitações na urbanização “Vida Pacifica”, ao Zango-0, município de Viana, Luanda.

Trata-se de mil e 20 apartamentos do tipo, T-3,4 e T-5, disponibilizados pelo Presidente da República aos jovens, na Sequência do diálogo juvenil realizado em Abril de 2019, durante o qual, os participantes solicitaram ao chefe de Estado, facilidades para o acesso as habitações construídas com fundos públicos

“O processo de cadastramento dos beneficiários foi conduzido pelo CNJ, é inclusivo e abrangente”, garantiu o Presidente da organização juvenil Isaías Kalunga.

De acordo o líder do CNJ que nesta quarta-feira, 28, reuniu com o director nacional da habitação a quem transmitiu a orientação expressa do Presidente da República para a entrega das moradias em finais do próximo mês, as habitações não serão atribuídas a título gratuito sendo que, os contemplados estarão inseridos no plano de renda resoluvel, obrigando-se ao pagamento de uma quota mensal ao Estado, não superior a 17 mil kuanzas.

“A seleção foi positiva, correu tudo bem. Foram contemplados jovens de diferentes níveis sociais, desde vendedores ambulantes, peixeiros, estudantes, funcionários públicos, jornalistas, membros de partidos políticos, incluindo jovens do Movimento Revolucionário” assegurou o presidente do CNJ.

Por sua vez, o director nacional da habitação do ministério das construções e obras, Adérito Mohamed, tranquilizou que as residências serão dadas conforme orientação superior, apesar de lamentar o mau estado que algumas delas se encontram.

“Muitos apartamentos acabaram por ser vandalizados. Estão sem loiça sanitária, sem portas e vidros quebrados” rematou o responsável que atribui culpa aos invasores.

Recorda-se que, os referidos apartamentos, pertenciam os generais, Leopoldino do Nascimento “Dino” e Helder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”. Os mesmos encontram-se repartidos em 24 edifícios, confiscados pelo serviço de recuperação de activos da PGR, por alegadamente terem sido construídos com fundos públicos, num contrato fraudulento ao Estado com a construtora chinesa CIF.

Os generais “Dino” e “Kopelipa” que perderam outros bens móveis e imoveis no âmbito da actuação da PGR, foram constituidos arguidos pela DNIAP e impedidos de saírem do país.

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