Caso JEFRAN: Juíza decide arrestar mais duas vila de Jericó e Hebron com moradores dentro

O Tribunal Provincial de Luanda voltou as instalações da JEFRAN, desta vez para arrestar a vila de JERICÓ com mais de 200 famílias no interior, demonstrando assim uma perseguição sem tréguas contra o empresariado nacional. a JEFRAN cujo o director é Francisco Silva, não entenderam ainda as reias motivações que levam aquela instituição da justiça a proceder de tal forma selectiva, pondo em causa o emprego a centenas de trabalhadores que através deste emprego sustentam mais de duas mil famílias.

Jonas Pensador

Jonas Pensador

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print

Trabalhadores confusos e preocupados com o emprego que sustentam suas famílias, entram em pânico, é INADEC, não , é o Tribunal, o chefe está reunido, Advogados preocupados, é o cenário assistido pela equipa de Jornalistas do Repórter Angola, esta segunda-feira 12 de Outubro, nas instalações da JEFRAN sita no condomínio denominado “Vila de Jericó”

Dois filhos  da mesma terra lutam por desavenças, entre um que quer comprar  a casa “no caso o Cliente”  e um que quer construir a”  JEFRAN”.

“Francisco Silva tenta ajudar aqueles que não possuem 30 milhões de Kz para comprar uma casa de uma só vez, agora querem retirar e fechar a JEFRAN e receber as casas.  De qualquer modo tem de incluir a JEFRAN na solução deste problemas e não fechar, por que em causa está a sobrevivência de muitas famílias”, desabafa um funcionário da JEFRAN ao Repórter Angola .

“Quando uma  juíza sem juízo Que engravida pelos ouvidos” ou tira conclusões precipitada por ler um artigo no Facebook ou num jornal, estamos a matar a própria justiça e a destruir o espirito de irmandade e de confraternidade.

Na passada quarta-feira 7,  um grupo de polícias acompanhados de dois oficias de justiça e a procuradora criminal do município de belas, no cumprimento de um arresto judicial cível, apareceu no local   “com tamanha arrogância petulância, quando eu, trabalhadora da mesma instituição há mais de 6 anos fui humilhada, por querer saber quem pagaria o meu salário, quem vai me sustentar os meus 5 filhos, e outros 270 funcionário que assim, vamos para rua devido a pureza da juíza  ALICE RODRIGUES da primeira secção do cível” descreve ao Repórter Angola, sobre o primeiro arresto dos escritório da JEFRAN, ocorrido na semana passada.

“Que justiça injusta que trabalha com plateia, onde os clientes “lesados” que dizem estar insatisfeitos é que conduzem a justiça como se não existirem leis  ou os executores da mesma” pergunto se a empresa está a trabalhar  qual empresa no país que não tem reclamação? questiona uma das trabalhadoras

Falando de Justiça injusta, corre na veia uns recentes arrestos de varias empresas no mercado angolano, ligado aos antigos braços direito de José Eduardo Dos Santsos, no caso do General Dino e Kopelipa, nomeadamente a CIF, a TV Palanca, os tres AAA, os Hoteis da IU, a Tv Zimbo, Radio Mais, Jornal OPAIS, a Barragem da Mabunda, et outros. Curiosamente estas instituições ora arrestadas, ainda continuam com as portas abertas, visto que encerrando as mesmas traria para o desemprego centenas se não milhares de trabalhadores, e neste caso a JEFRAN não pode abrir as portas ?

“se todas empresas arrastadas continuam a trabalhar exemplo: tv Zimbo, Unitel, Jornal OPAIS, TV Palanca, Radio Mais , e outras, porque o arresto de uma empresa como JEFRAN cujo o processo decorre e  nem  sentença ainda foi anunciada, deve ser encerrada as suas portas?” questiona a nossa entrevista.

“porquê que o procurador da ação que é também advogado dos clientes?, promove arruaça mostrando claramente que tem interesses no processo. A juíza Alice Rodrigues mandou encerrar uma clínica e retirar os doente” frisou.

O que o arresto poderá resolver ? Os clientes não ganham nada até lá os equipamentos estragaram, e se o dono por recurso mesmo que ele seja condenado e mais tempo, o que ganham os clientes?

Fiel depositário INADEC de uma clínica , uma a seguradora que nem é do  Francisco e tem apólices vigentes de saúde como resolver os sinistros que possam ocorrer a qualquer momento mas de 6 mil clientes?

Não seria mais fácil manter as empresas a trabalharem, do que encerrar as portas e destruir se ? e como Francisco Silva depois paga os supostos lesados ? Angola o país onde pensar custa

PUB