Angola e Moçambique vão receber “meio milhão de vacinas” que expiram em outubro

Países africanos de língua oficial portuguesa, PALOP vão receber doações de 500 mil doses de vacinas prestes a expirar, a informação foi avançada pelo o coordenador da Task Force, o vice-almirante Gouveia e Melo, visitou o centro de vacinação de Loures.

DR

Tvi

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print

Quanto à validade das vacinas, Gouveia e Melo avançou que “há cerca de meio milhão de vacinas”, todas da AstraZeneca, cuja validade “acaba no fim de outubro” e estão a ser “doadas para utilização imediata”. “Não se vão desperdiçar vacinas”, garantiu.

“Temos muito cuidado com isso e estamos a fazer a doação para que as vacinas sejam úteis o mais rapidamente possível a outros povos e outras nações”, como tais, disse, “Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor-Leste”. O coordenador esclareceu que “ao todo, já foram enviadas mais de 200 mil vacinas e estão a ser enviadas mais. Tem de se perceber que só agora é que começamos a acumular vacinas”.

 

Sobre as que estão mais perto do fim da validade, “no fim de outubro”, confirmou que “são cerca de meio milhão, mas já têm destino e já estão a ser preparadas para serem distribuídas”. As que ficam cá além dessas têm “validade até 2022”, por isso “temos bastante tempo”.

 

DJs nos centros de vacinação

 

Gouveia e Melo afastou a possibilidade de alargar, para já, a iniciativa nos centros de vacinação de Loures e Odivelas, que vão ter uma ‘Casa Aberta’ especial, com DJs a atuar- destinada a jovens de 16 e 17 anos – para inoculação até à 01h00 da manhã de domingo. “Acho uma iniciativa interessante, gosto de pensar fora da caixa e gosto também de ajudar a iniciativa local. É positiva e dada de boa vontade, mas vamos ver como corre. Não estou a dizer que é uma solução, mas é uma solução interessante e todos nós aprendemos com estas experiências”, afiançou.

Por fim, o vice-almirante reforçou o apelo que tem vindo a ser feito até então. “Venham vacinar-se. Como isto é uma pandemia não há maniera de nos escondermos deste vírus. É uma questão de tempo. Portanto é melhor estarmos vacinados do que sermos apanhados numa esquina pelo vírus”, rematou.

PUB