Água do Chef dominou a destraíção dos jovens durante a querentena em barracas, quintais, bares e ruas de Luanda

Apesar do combate intensicado levado a cabo pelas autoridades às casas de fabrico destas bebidas, por serem consideradas inimigas da saúde pública, o consumo e a procura, sobretudo do caporroto/capuca, em barracas e quintais, voltaram à ribalta

JJonas Pensador

NJ

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Apesar do combate intensicado levado a cabo pelas autoridades às casas de fabrico destas bebidas, por serem consideradas inimigas da saúde
pública, o consumo e a procura, sobretudo do caporroto/capuca, em barracas e quintais, voltaram à ribalta. Os consumidores da “Água do Chefe”,
entre eles jovens com formação superior, justicam a opção pela bebida com o facto de haver novidade na fabricação.
“Antes era feita à base de fermento, açúcar e água, hoje mudou e passou a ser feita com outros elementos como o milho germinado, banana e canade-açúcar, tornando o líquido mais suave e doce”, disse um dos consumidores, enfatizando que o nome “Água do Chefe” surgiu como código nas casas de venda, de forma a ocultá-la das autoridades

 

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