UNITA apela à justiça de Angola que se pronunciar sobre o caso do ministro da Energia e Águas, investigado em Portugal

O Grupo Parlamentar da UNITA, pede "que se apurem os factos a bem da transparência e da verdade", Numa nota de imprensa que o Repórter Angola, teve hoje acesso, O Grupo Parlamentar da UNITA, diz  ter " tomado conhecimento das recentes denúncias da TVI de Portugal, sobre o alegado envolvimento do Ministro Angolano da Energia e Águas em operações de branqueamento de capitais e tráfico de influência", escreve , que acrescenta ainda que  "Tais revelações vêm acrescer a lista de outras, várias vezes denunciadas por círculos internos e externos sobre o saque ao erário desencadeado pelos governantes angolanos nos últimos 45 anos de Angola Independente".

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Repórter Angola/ Cnews

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Numa nota de imprensa que o Repórter Angola, teve hoje acesso, O Grupo Parlamentar da UNITA, diz  ter ” tomado conhecimento das recentes denúncias da TVI de Portugal, sobre o alegado envolvimento do Ministro Angolano da Energia e Águas em operações de branqueamento de capitais e tráfico de influência”, escreve , que acrescenta ainda que  “Tais revelações vêm acrescer a lista de outras, várias vezes denunciadas por círculos internos e externos sobre o saque ao erário desencadeado pelos governantes angolanos nos últimos 45 anos de Angola Independente”.

Por tudo isto, os parlamentares do Galo Negro  e o partido, naturalmente – apelam aos órgãos de justiça angolanos para que façam o seu trabalho, “que se pronunciem que se pronunciem e se apurem os factos a bem da transparência e da verdade sobre este e outros escândalos que mancham o bom nome de Angola e das suas instituições”.

Porque, prosseguem, “a bem do verdadeiro combate à corrupção e a impunidade não se devem descorar denúncias como as que foram feitas pela TVI neste e noutros casos, pois num Estado verdadeiramente democrático e de Direito, ninguém pode estar acima da lei”.

Por último, o Grupo Parlamentar da UNITA diz “de tudo fazer para que aqueles que saquearam o erário sejam chamados à razão, de modo a ressarcirem o Estado cujos danos se reflectem na actual crise sócio-económica que afecta as famílias e as empresas angolanas”.

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