Presidente angolano discursa hoje sobre Ambiente do Planeta terra em Glasgow

O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, discursa esta terça-feira 2 de Novembro, na Conferência do Clima organizada pela ONU, em Glasgow (Escócia), e vai explicar ao mundo as acções concretas que Angola desenvolve em defesa do planeta Terra, depois de ter sido galardoado nos Estados Unidos de América com um prêmio sobre defesa do Ambiente e eco sistemas.

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Reporter Angola

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No primeiro dia da cimeira sobre o clima mundial que vai até 12 de Novembro, o Presidente angolano João Lourenço, pousou em fotografias com vários chefes de estados bem como chefes de governos.

Nas imagens que o Reporter Angola teve hoje acesso, é possível visitar João Lourenço ao lado do Secretário geral da ONU, Antônio Guterres, Boris Johnson Primeiro Ministro britânico, Angel Markel da Alemanha, bem como outros estadistas africanos como Félix Tshissekedi do RDC, Denny Sassungesso do Congo Brazaville, entre outros.

Antes de partir para Glasgow, João Lourenço apelou, na última semana, às populações a ganharem consciência sobre a necessidade de se preservar o ambiente, através de acções concretas, a fim de se evitarem males que ponham em perigo o Planeta Terra.

 

O Presidente angolano fez o apelo minutos depois de participar, demoradamente, na plantação de mangues, na orla costeira da Comunidade do Papu, nos Ramiros, em Luanda, numa iniciativa da Associação Otchiva e a Sonangol.

 

João Lourenço, na altura, que o mundo já falou “bastante” sobre a necessidade de se proteger o ambiente e, agora, é chegado o momento de se dar um basta apenas às falas e ter-se a consciência de se levar a cabo acções concretas, pequenas ou grandes, para a materialização deste fim.

 

O Chefe de Estado ressaltou que, se a plantação de mangues for multiplicada por mil, o impacto positivo sobre a defesa do ambiente será também maior, assinalando que é a acção do próprio homem que levou, em todo o mundo, à situação actual de secas, inundações, tufões, furacões, tsunamis, incêndios e as outras “desgraças” verificadas nos últimos dez anos, um pouco em qualquer lado, daí ser o principal responsável dos desastres naturais.

“São consequências da irresponsabilidade nossa, ou seja, do homem, não importando onde estiver. Se o Planeta Terra afundar, no sentido de se tornar inabitável para o ser humano, não temos alternativas para onde ir”, alertou.

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