JLO 3 anos no poder marcados pelo aumento de desempregados e dos preços de alimentos

"No tempo do Zé Dú saco de arroz custava 1800 Kz agora com JLO está 12.500", disse Felisberto ao Repórter Angola, um internauta nas redes sociais escreveu "até uma caixa de frango qui era 2500 Kz está a 10.000Kz? qual é o beneficio do JLO então? questiona Joél. A 26 de setembro, João Lourenço completa três anos depois de ter tomado posse, angolanos avaliam os resultados das promessas do Presidente e o seu impacto na sociedade, internautas pedem o regresso de JES e criticam subida dos preços da sexta básica .

Repórter Angola

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A venda de máscaras nas ruas da Capital angolana Luanda, que consta no leque dos 500 mil empregos prometidos pelo presidente João Lourenço. Confirmam Jovens ouvidos pelo R.A

Angolanos buscam sobrevivências nas ruas e recordam José Eduardo dos Santos em tempo das vacas gordas, quando Angola ainda era País, 100 Dolares a custar 8 mil e o pão a 10 Kz. recordam

Em Angola, o surto da pandemia do coronavírus está a agravar o nível de vida de camadas da população com baixos rendimentos, empurradas para os limites da sobrevivência.

João Manuel Gonçalves Lourenço, tomou posse como terceiro Presidente da República de Angola, aos 26 de setembro de 2017, em meio a protestos da oposição, que não participou na cerimónia, alegando que o candidato do MPLA beneficiou de ajuda da Comissão Não Eleitoral para chegar ao poder.

Na cerimonia da tomada de posse, o então Juiz do Tribunal Constitucional Rui Ferreira, apelava a João Lourenço para o cumprimento das promessas “Corrija o que está mal, melhorar o que está bem, combater a corrupção, fortaleça o Estado democrático e de direito, diversifica a economia conforme prometeste Senhor Presidente”, foi prometido igualmente criação de  500 mil empregos e melhorar as condições sociais, foram as principais promessas de João Lourenço.

O destaque recai para a diversificação da economia que não aconteceu, do aumento do número de desempregados – a chegar aos 500 mil, e a deterioração das condições sociais dos cidadãos.

a 22 de Agosto de 2017, Angola assistia um dia de reflexão onde nenhum Politico concorrente poderia fazer declarações a imprensa ou campanha eleitoral, João Lourenço chamou no Comité Central do MPLA apenas órgãos de comunicação social estrangeiras acreditadas em Angola.

nesta entrevista semicolectiva com 4 órgãos, João Lourenço a Agence France Press AFP que “queria ser homem do milagre económico, custa o que custar, porque o Presidente Agostinho Neto lutou e conseguir conquistar a independência nacional, o Presidente José Eduardo dos Santos conseguiu a Paz, e Eu serei o Homem do milagre económico” respondeu quando questionado pelo jornalista Daniel Frederico, sobre o que traria de novo ou mudaria sendo que o partido é o mesmo que governou Angola há mais de 40 anos.

volvidos 3 anos, os cidadãos não vejam em João Lourenço, sinais de melhoria das condições  sociais, com a subida vertiginosa dos preços de bens alimentares da sexta básica.

“No tempo do Zé Dú saco de arroz custava 1800 Kz agora com JLO está 12.500”, disse Felisberto Domingos ao Repórter Angola, morador de Viana.

um internauta nas redes sociais escreveu “até uma caixa de frango qui era 2500 Kz está a 10.000Kz? qual é o beneficio do JLO então? questiona Joél Manuel.

Tchizé Dos Santos, filha do antigo chefe de Estado, e ex- deputada a Assembleia Nacional, tamém ao reagir sobre a decisão de adiamento das eleições autárquicas anunciada terça-feira pelo Presidente Lourenço, questiona se importa neste momento um Presidente estar a se preocupar com adiamento das eleições do que resolver os problemas do povo e dar soluções.

o Chefe de Estado Não devia manifestar preocupação mas sim anunciar medidas para reduzir o desemprego, Quem tem que manifestar preocupação são os deputados, O PR está ali para apresentar um plano para resolução dos problemas” frisou.

para Benedito Oliveira, numa rede social consultada pelo RA , escreveu que “não vejo mudanças que beneficiem o povo,, se não a uma minoria pertencente ao seu ciclo de marimbondos, estão a nos enganar com uma doença do coronavírus que não existe no País, em outros cantos do mundo estão a mostrar até os cemitérios onde se enterram, as famílias dos malogrados são apresentados a confirmar que perderam um ante querido pelo vírus, e aqui? nunca existiu nenhuma família quer nas redes sociais , quer na Televisão, quer na Radio a vir confirmar que perdemos um membro pela Covid-19″, insiste não acreditando e adianta que ” em Angola só estão a nos mentir que existe COVID só para justificar o fracasso de João Lourenço, sobre tudo que prometeu e não e o tempo ninguém corrompe, já são três anos e só lhe resta o 2021″.

Por um lado, aponta, o governo de Lourenço tem se demonstrado incapaz de resolver os problemas que realmente importam, do pacato cidadão, enveredando-se exclusivamente em perseguir os amigos do ZEDU, mas Manuel Vicente qui roubou na Sonangol está ali a lhe proteger, ao invés de dar solução aos problemas.

desde a chegada ao poder do Chefe de Estado, não se vê melhorias na vida dos cidadãos , João Lourenço limita-se em exonerações e políticas falhadas, quem o disse é o internauta Boás dos Santos “Quanto mais o tempo passa mais a vida dos angolanos piora.”

Em Angola, desde o baixo preço do petróleo no mercado internacional, assiste-se uma subida de preços no sector alimentar, com destaques para  o saco de arroz que em 2014 custava 2.500 kwanzas, subiu para 12 mil, o de açúcar que estava a 8 para 17 mil, a caixa de peixe carapau de 12 para 35 mil. “O pão subiu de 30 para 150 kz o grande e o pequeno de 25Kz para 60 Kz,

A nota de 100USD que até 2017 era vendida a 16.600 kz a preço dos bancos comerciais passou a ser vendida a 63.000 Kz.

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