Sector Financeiro: IGAPE esclarece sobre privatizações

O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) procedeu hoje a mais duas sessões de esclarecimentos sobre a privatização de participações públicas desta no sector financeiro e indústria têxtil, respectivamente.

M.Machangongo | Edições Novembro

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As referidas sessões decorreram, tal como tem sido neste período de Situação de Calamidade Pública, na plataforma Zoom e tiveram a duração de uma hora cada.

Os esclarecimentos do concurso público colocaram à disposição dos interessados mais informações relativas à alienação de participações do Estado nos bancos BAI, Caixa Angola, na ENSA Seguros e a sobre a privatização do BCI.

Este programa enquadra-se no âmbito de um calendário já definido pelo instituto público, afecto ao Ministério das Finanças, responsável pelas privatizações e alienação de participações do Estado em várias empresas.

Ao todo, são 195 as empresas listadas para privatização, embora nem todas estejam em condições de ser alienadas, seja por inactividade ou falência técnica.

No pacote aliciante estão empresas como a Sonangol, Unitel, Cuca, Banco de Fomento Angola (BFA), ENSA, Nova Cimangola, Sociedade de Gestão de Aeroportos (que substituiu a ENANA), entre outras, com potencial para ser bastante rentáveis.

Dos activos a serem alienadas este ano, 81 ocorrem por concurso público, seis por leilão em bolsa e três por Oferta Pública Inicial (OPI). No próximo ano, vão ser privatizadas mais 12 empresas. As restantes quatro saem da carteira do Estado em 2022.

No início deste mês, o IGAPE procedeu aos esclarecimentos a interessados sobre as participações do sector de bebidas e nos empreendimentos agro-pecuários e agro-industriais também listados no Programa de Privatizações (PROPIV).

Através do PROPIV, pretende-se colocar o sector privado no centro do desenvolvimento económico do país, pois que a medida poderá também melhorar o ambiente de negócios.

Ainda hoje uma visita à Textang II deve marcar o programa de apresentação aos interessados sobre a real situação dos activos a serem privatizados.

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