Paixão Júnior fez do Banco público BPC sua casa

Paixão Júnior, ao todo foram mais de 20 anos de casa, onde ocupou cargos de direcção até de Presidente do Conselho de Administração do banco, tempo suficiente para construir os túneis para as robalheiras.

DF

Repórter Angola

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Paixão Júnior, ao todo foram mais de 20 anos de casa, onde ocupou cargos de direcção até de Presidente do Conselho de Administração do banco, tempo suficiente para construir os túneis para as robalheiras.

Os roubos de Paixão Júnior, nunca passaram debaixo do naris do MPLA, este sabia o tipo de gestor que tinha a frente do banco público, aliás, o mesmo é o líder co Comité de Empresários do MPLA, pelo que, tinha conhecimento dos assaltos, da sobrefacturação nas compras de terrenos para construção de agências do BPC.
É do conhecimento do MPLA que a administração de Paixão Júnior provocou um prejuízo no valor de 876.231.654 kwanzas, resultantes da conversão de determinado contrato de compra de imóveis, celebrado em moeda estrangeira, aplicando-se uma taxa de câmbio desfavorável ao banco.
O bancário é um ladrão sob proteção do seu partido, do qual enquanto membro do Comité dos Empresários do aprtido, as suas quotas como são altas, servem para sustetar os militantes, em bom português, Paixão Júnior é um gatuno ao serviço do MPLA.
O tribunal de contas sabia que o BPC, na época de Paixão Júnior, adquiriu, vários terrenos, onde não há evidências de construções.
Sabia igualmente o mesmo tribunal que, em 2015 e 2016, o BPC adquiriu direitos de superfície de 17 terrenos inapropriados à actividade bancária.
Pelos crimes, a opinião pública é a favor a criação de uma pena de morte para os criminosos neste país, os que rouboram milhões e, se enrriqueceram com esse dinheiro. A cabeção de Paixão Júnior deve ser entregue.

Entre os negócios escuros de Paixão Júnior estão um terreno de 3.300 metros quadrados no Zango 3, no valor de 1.600.000 dólares, um terreno de 300 hectares na Barra do Dande, Bengo, no valor de 40.469.112 de dólares, não previsto no orçamento.

A gestão de Paixão Júnior no BPC pagou 29.297.800 dólares, no período entre Outubro de 2010 e Fevereiro de 2013, a um empreitero para a construção do Condomínio em Luanda, que apesar desse pagamento de 1.203.294 dólares acima do estabelecido no contrato, apenas estão construídas 25 residências. As obras estão paralisadas desde 2013. Nestes contratos, houve um excesso de pagamento de 21.034.710 dólares.

São ainda crimes, a compra de dois terrenos junto ao Estádio 11 de Novembro, em Luanda, no valor de 11.335.485 dólares e outro no valor de 8.000.000 de dólares, que se encontravam estes terrenos em litígio judicial quanto à sua titularidade, situação do conhecimento dos intervenientes no negócio.
Isto tudo, o tribunal de conta tem conhecimento, mas age como se nada se passa.
Está claro que estes terrenos, eram desconhecidos pelas estruturas competentes em assinar pelo favoravel ou náo.
O tribunal tem provas sobre a venda de um terreno de 6,5 hectares junto à Via Expressa, no valor de 875.095.000 kwanzas, foi efectuada na base de um título de concessão, após a aquisição pelo BPC, pelo qual Figueira Cambulo pagou em kwanzas 13.000.000, sendo que o referido título de concessão não permite a constituição de direitos de superfície.
É caso para dizer Paixão Júnior fez do BPC um banco pessoal e o MPLA sabia e, o tribunal de contas também.

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