Assalto ao BPC, Administração avalia segundo saque

a 17 de Abril deste ano, o BPC sofreu um roubo interno de mais de 400 milhões de kwanzas. O Banco do Estado, o governo detém 75%, 15% do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) subscreve 15 por cento e 10% da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas.

Gabriel José

Luanda Post

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Duas semanas depois do desvio de dinheiro e, cujo o valor a Administração do Banco de Poupança e Crédito (BPC), está a calcular o montante e os prejuízos, à direcção daquela instituição financeira pública, tomou conhecimento de notícias que dão conta de o Banco sofrer um novo assalto.

Segundo apurou o LuandaPost de uma fonte que preferiu o anonimato, a informação sobre o possível saque de milhões de kwanzas não é verdadeira.

A fonte confirma “há duas semanas houve um desvio de dinheiro e, o valor ainda é desconhecido”.

Esclarece igualmente a mesma fonte referenciada pelo Portal, “o assalto foi facilitado pela falha no sistema informático registada há dias”.

A Administração, segundo a fonte, suspeita que a acção tenha sido protagonizada por elementos afectos ao mesmo Departamento Informático.

A notícia sobre o novo assalto confidenciada por fontes próximas ao Luandapost, aponta um roubo de milhões de kwanzas.

Tanio Conde, técnico mais antigo no Departamento informático do BPC, que já respondeu por processos crimes, é o nome apontado como suspeito do saque da massa pública. O funcionário é casado com uma Juíza e, é igualmente genro do General António Patónio.

De lembrar que a 17 de Abril deste ano, o BPC sofreu um roubo interno de mais de 400 milhões de kwanzas.
O Banco do Estado, o governo detém 75%, 15% do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) subscreve 15 por cento e 10% da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas.

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