Quatro candidatos podem concorrer à presidência do atletismo

Bernardo João, Gertrudes Sepúlveda, Adriano Nunes e António Andrade são os prováveis candidatos à presidência da Federação Angolana de Atletismo (FAA), cuja eleição está marcada para 7 de Setembro dependendo da evolução da pandemia.

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Presidente e vice cessantes, Bernardo João e Gertrudes Sepúlveda já anunciaram publicamente o desejo de dirigir a modalidade nos próximos quatro anos.
Andrade e Nunes podem divulgar a intenção brevemente, segundo fonte próxima aos mesmos.

Antes os associados aguardam pela realização da Assembleia-Geral ordinária, com vista a apresentação do relatório de actividades e contas.

Em declarações ao Jornal de Angola, Bernardo João afirmou que a reunião magna está marcada para 15 do corrente e tão logo haja luz verde, o presidente da Mesa, José de Almeida convoca o encontro.

A aposta na alta competição, formação de treinadores para disciplinas específicas, conquista de medalhas e maior visibilidade de Angola nos palcos internacionais são as metas do presidente cessante.

“A massificação é um facto. Mas ficamos à margem do perspectivado relativamente à representação nos Jogos Olímpicos, Campeonatos do Mundo e provas regionais. Angola já teve dez atletas no mundial. No ano passado em Dohoa tivemos uma, Neide Dias.

Portanto, precisamos de inverter o quadro”, salientou o dirigente, tendo destacado os feitos alcançados ao cabo dos quatro anos. “Implementamos os mínimos.

Deste modo, atletas e treinadores devem trabalhar visando maior qualidade. Conseguimos parcerias com algumas empresas amigas do atletismo e queremos continuar a contar com as mesmas. Actualmente, todas as competições são asseguradas”, explicou Bernardo João.

Gertrudes Sepúlveda ga-rante estar em condições de dar novo estímulo a FAA e reunir competências para elevar o atletismo a nível interno e internacional.

Em entrevista à Rádio Cinco, a vice-presidente destacou a necessidade de mudar a actual imagem da Federação junto das outras instituições.
“Pretendemos melhorar as relações com a Federação Internacional, Comité Olímpico, federações e empresas, com maior transparência. Catalogar todos os atletas e incentivar as associações a realizarem competições.

Elaborar um calendário competitivo de forma a melhorar a performance dos atletas”, disse.

A formação de monitores, treinadores, cronometristas e juízes em todo o país também constam das prioridades de Sepúlveda.

“Não se soube aproveitar o estatuto de primeira modalidade olímpica. Precisamos de massificar cada vez mais. Quanto maior o número de praticantes, mais hipóteses teremos de encontrar qualidade. Não basta identificar o talento é preciso criar condições para desenvolvê-lo”, concluiu.

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