Paixão Júnior deixou dívida de 700 milhões no Progresso do Sambizanga

Durante 12 anos como presidente do Progresso Associação do Sambizanga, o antigo patrão do Banco de Poupança e Crédito (BPC), Paixão Júnior, deixou uma dívida avaliada em 700 milhões de kwanzas.

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Lil P

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Não é a primeira vez que o nome de Paixão Júnior é relacionado com gestão danosa a frente dos destinos das instituições onde já exerceu cargos de direção.

No maior Banco público o BPC, Paixão Júnior teve em maus lençóis ao deixar um buraco de mais de 50 milhões de Kz, e na aquisição de terrenos em locais de agricultura em nome do Banco público para instalação de futuros dependências como é o caso da barra do Dande.

Segundo o actual presidente do Progresso do Sambizanga, Inácio Alfredo, os milhões de passivos do clube avaliados em mais de 700 milhões de Kz, estão relacionados com o pagamento de salários a trabalhadores, jogadores, treinadores e fornecedores, acrescentando que os problemas ligados à direcção ainda estão sob avaliação.

“Os problemas financeiros relacionados com a direcção cessante serão resolvidos quando tivermos dinheiro. Por agora, tal como tínhamos prometido, pagámos todos os meses dos salários dos mais de 30 trabalhadores seleccionados pelo nosso elenco. Os outros 120 terão mesmo de aguardar, até que a situação financeira esteja acautelada”, pormenorizou Inácio António.

O responsável, que tomou posse em Dezembro de 2020, apesar dos inúmeros problemas no clube, considera positiva a prestação do Progresso no Girabola, mas confessa ser difícil gerir uma formação que nem patrocinador tem.

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