Kundi Paihama deixou mais de 1.500 trabalhadores na miséria

Os trabalhadores do Casinos de Angola, empresa detida pela Plurijogos, do falecido antigo governante, Kundi Paihama, vão à segunda manifestação devido aos constantes incumprimentos da direcção, no pagamento dos ordenados que dura mais de um ano.

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Reporter Angola & Angola 24h

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o MAPTSS teria de entregar a intimação ao PCA da empresa à solicitar um encontro para a sexta-feira passada, algo que o MAPTSS supostamente não cumpriu, motivo pelo que se vai à outra manifestação prevista para segunda-feira 24.

Os denunciantes dizem-se estar a enfrentar uma tremenda miséria, em suas casas porque falta o que comer, para além de muitos destes estarem a questionar, por esta altura, a que se deve o chamado silêncio ou distração do MAPTSS, quando há quem já fala de possível compra do silêncio neste processo que os mesmos afirmam ser uma tentativa de burla.

De acordo com fontes, os funcionários afectos aos Casinos de Angola, pela Plurijogos, tinham a promessa de receber os seus salários, no máximo, até 06 de Agosto , algo que mais uma vez não se concretizou, estando em causa a resistência da direcção da empresa, mesmo sendo está a fornecer a data dos pagamentos por meio de uma acta, de 23 do mês de Julho último.

A mesma fonte informou que, durante um encontro com trabalhadores, advogados, sindicatos e membros do MAPTSS, a direcção da empresa do falecido assinou uma acta com o referido compromisso de pagar os ordenados, em apenas 50% da dívida, estando a plenária de acordo, mas que, por esta altura o documento continua sem o devido cumprimento.

A Plurojogos, que detém os Casinos de Angola, mantém uma dívida com os seus mais de mil colaboradores, que se arrasta há mais de um ano, sendo que na altura, a então PCA, Elizabeth Paihama, terá comunicado dificuldades financeiras e, ou dívidas com outros parceiros, firmando ainda assim o compromisso de pagar os seus trabalhadores embora um ano depois sem sucesso.

A conclusão da última reunião, dias antes do falecimento do antigo general, (que recebia do Casinos de Angola, uma quantia diária de pelo menos 50 mil dólares, segundo dados), deixou claro que a dívida com trabalhadores ficou por ser paga em apenas 50%, por via de um consenso entre os presentes, devido a situação pandêmica no país, facto que está até a dada altura sem resposta adequada.

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